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 Soja
12 de Marco, 2020 - 11:45
Soja e demais commodities caem forte neste dia após decisões severas de Trump sobre coronavírus.
     

 A quinta-feira, 12, traz novas notícias e um novo dia de perdas generalizadas para os mercados internacionais. A classificação de pandemia do coronavírus pela OMS (Organização Mundial da Saúde) promoveu outras medidas de seguranças e preocupa muitos os mercados em todo o mundo.


O presidente americano Donald Trump anunciou que os EUA suspenderam as viagens de países da Europa por 30 dias, a partir desta sexta-feira (13). A nota do governo mostra que a medida se destina a estrangeiros que estiveram nos países da Zona Schengen nos 14 dias anteriores à tentativa de volta aos EUA.


"Tomamos uma atitude para salvar vidas em relação à China, e agora estamos fazendo o mesmo com a Europa", diss Trump durante seu pronunciamento. E o mesmo provocou uma nova reação bastante negativa, mais uma vez, entre todos os mercados.


SOJA E GRÃOS EM CHICAGO


Na Bolsa de Chicago, os futuros da soja perdia mais de 10 pontos entre os principais vencimentos, por volta de 7h40 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 8,61 e o julho, US$ 8,69 por bushel.


Na sequência, vinha o trigo com perdas de mais de 9 pontos entre os principais vencimentos, seguido do milho, com as baixas variando entre 3,75 e 4,25 pontos entre os contratos mais negociados.


"Como esperado, o dia amanhece pessimismta. Com o OMS declarando Covid-19 uma pandemia e os EUA suspendendo voos com a UE, a corrida para proteção dos investidores continua. Em contrapartida, o dólar deve se manter firme salvo uma atuação agressiva do BC brasileiro", explica o consultor de mercado Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agroculte.


PETRÓLEO


Para o petróleo, as baixas eram de de mais de 6% em Nova York e superavam 7% na Bolsa de Londres, com os barris valendo, respectivamente, US$ 30,95 e US$ 33,30.


O mercado, além dos seus fundamentos que neste momento também são negativos, continua sentindo a pressão da aversão ao risco e a fuga dos investidores para ativos mais seguros, deixando para trás todas as commodities.


"A Cerealpar, há semanas, vem alertando sobre a gravidade dos efeitos do surto de coronavírus sobre a psicologia dos mercados e seu impactos econômicos, mas uma guerra mal executada contra o medo de pânico nas populações fez com que as devidas precauções nao fossem tomadas. As consequências agora são um período mais longo até sairmos desta crise", completa Cachia.


E o consultor explica ainda que as inúmeras incertezas que continuam cercando as questões do coronavírus trazem o mercado para um cenário muito desconhecido, novo e que pode ter consequências ainda mais severas.


"Estamos em território novo, mas parece que a situação ainda pode piorar antes de melhorar no mercado internacional. Portanto, entendemos que, pelo menos até maio, os mercados tendem a continuar trabalhando de forma errática e volátil", conclui.


Veja como fecharam os mercados nesta quarta-feira:


Mercados tem novo dia de pânico generalizado, mas dólar no 2º maior valor da história segura agro do BR


"Nesse dia de pânico nos mercados globais, podemos comprovar o acerto de nossas escolhas: temos chuvas na maioria das lavouras, temos câmbio garantindo os preços, e, principalmente, temos governo assegurando a política econômica de Paulo Guedes", disse o jornalista e diretor do Notícias Agrícolas João Batista Olivi, em sua palestra de abertura durante a Feira do Cerrado, em Monte Carmelo, Minas Gerais, nesta quarta-feira.


A OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou que o surto de coronavírus se tornou uma pandemia e os mercados e preços passam por um novo choque nesta quarta-feira, 11 de março de 2020. As reações foram ainda mais intensas do que se esperava e no Brasil, pela segunda vez nesta semana, o Ibovespa registrou um novo circuit breaker, ou seja, as negociações pararam por 30 minutos depois de o índice desabar 10%.


 


Da mesma forma, o dólar disparou frente ao real e perto de 16h30 (horário de Brasília), a alta passava de 2% para levar a divisa aos R$ 4,748. O dollar index também marcava altas nesta tarde de quarta, de cerca de 0,15% para 96.537 pontos. E não só frente ao real, mas a moeda americana frente a uma série de outras divisas.


As baixas eram fortes também entre as commodities agrícolas. Na Bolsa de Chicago, os futuros do trigo perdiam mais de 2%, puxando soja e milho, que exibiam um recuo um pouco mais contido. Já na Bolsa de Nova York, caíam mais de 1% açúcar e café, enquanto o algodão conseguia sustentar ligeiros ganhos.


"A reação é emocional. Acredito que teremos espaço para especulação exagerada novamente, os casos no Brasil vão subir bastante, o que vai fazer disparar o mercado financeiro para um movimento pessimista novamente. Já há casos na China de medicamentos na China, nos EUA, que estão sendo testado em seres humanos, mas ainda não sendo distribuídos. E até lá ainda há muito espaço para essa reação do mercado", explica o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira.


Por outro lado, o analista explica ainda que, "fundamentalmente, essa questão do coronavírus vai só entrar nos livros de história, sem causar nenhum efeito impactante no consumo mundial de alimentos, só uma desaceleração por conta de uma reação emocional".


Por esse motivo e pelo dólar muito forte frente ao real é que o agronegócio brasileiro continua "vendendo lenços enquanto o mercado chora". A formação dos principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil seguem altos e sustentados por esta vantagem cambial, além de se mostrarem mais atrativos para os importadores.


SOJA


Na soja, uma combinação de demanda forte e mais um elevado percentual da safra atual já comprometida com a comercialização - quase 70% - promove uma elevação também dos prêmios, o que favorece ainda mais os valores da oleaginosa em reais.


 


"A demanda da China está maior e concentrada no Brasil. E os preços vão continuar altos se o câmbio continuar subindo", explica o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities. Além disso, o executivo completa que a soja brasileira é a mais barata para os chineses ainda neste momento. "Assim, acredito que os prêmios também continuarão subindo.


Nos portos do Brasil, os preços chegaram a alcançar R$ 95,00 por saca nos melhores momentos da temporada, na última semana. E nesta semana, mesmo com todas as turbulências, os indicativos não ficam longe disso.


CAFÉ


Para Lúcio Dias, Superintendente Comercial da Cooxupé, o mercado deve estar atento, principalmente, às questões logísticas a partir deste momento, uma vez que há situações em que portos de todo o mundo podem ser impactados com navios de containers já começam a ser cancelados.


"Não tendo container para encher e mandar café, provavelmente veremos mudanças de preços, que provocará uma reação positiva para o mercado, uma vez que o café do Brasil pode parar de chegar do mundo", explica Dias.


Sobre os preços, o executivo explica que os valores atuais na casa dos R$ 550,00 por saca - no disponível e para entrega setembro - são razoáveis, remuneradores e que permitem que os cafeicultores façam bons negócios para os próximos meses e anos.


Para o próximo ano as referências já passam a marcar R$ 585,00, para 2022 R$ 605,00 e 2023 algo entre R$ 635,00 e R$ 640,00 por saca.


"Nesse dia de pânico nos mercados globais, podemos comprovar o acerto de nossas escolhas: temos chuvas na maioria das lavouras, temos câmbio garantindo os preços, e, principalmente, temos governo assegurando a política econômica de Paulo Guedes", disse o jornalista e diretor do Notícias Agrícolas João Batista Olivi, em sua palestra de abertura durante a Feira do Cerrado, em Monte Carmelo, Minas Gerais, nesta quarta-feira.


DEMAIS COMMODITIES E MERCADOS


O petróleo WTI em Nova York perdia 4,6% para US$ 32,77 por barril, enquanto o brent recuava 3,68% para valer US$ 35,84 na Bolsa de Londres. As baixas entre o gás natural, a prata e o cobre passavam de 1%. O ouro era outra commodity que trabalhava em campo positivo, perdendo mais de 1%, ao contrário do que, geralmente, acontece em dias como este.


 


"Simultaneamente, há correlações positivas entre o petróleo, os rendimento do Tesouro americano e o dólar acontecendo, e estas correlações são raras e não um sinal otimista", explicam os especialistas ouvidos pela agência internacional de notícias Bloomberg.


De acordo com analistas internacionais, não só as declarações da OMS classficando o problema como uma pandemia pressionaram os mercados, mas também a falta de detalhes das medidas que deverão ser implementadas pelo governo norte-americano para a contenção do coronavírus.


"Não temos idéia de quando a propagação do coronavírus vai diminuir. Essa incerteza continuará criando muita volatilidade. Não sabemos em que padrão adequá-lo, não temos ideia do que esperar", disse à BloombergDavid Spika, presidente da GuideStone Capital Management.


SURPRESAS QUE NÃO PARAM


A economia mundial já vinha dando sinais amarelos sobre seu crescimento há meses, especialmente alimentados pelas especulações em torno da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Em 15 de janeiro deste ano, os dois países oficializaram a primeira fase de um acordo e trouxeram um alívio momentâneo aos mercados.


No entanto, ainda em janeiro os EUA promoveram um ataque ao Irã onde foi motivado um de seus principais nomes do governo, o general Qasem Soleimani e provocou uma turbulência entre os negócios no dia 3 de janeiro. Em fevereiro, explodiu o surto de coronavírus na China e, em março, o vírus chegou aos cinco continentes e hoje foi declarada a pandemia.


Todas estas surpresas têm sido constante combustível para especulações de todos os gêneros, principalmente sobre uma iminente recessão da economia mundial.

Fonte: P do A.
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