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 Commodities e Mercados
10 de Marco, 2020 - 11:26
Após pior dia ruim para o financeiro, commodities e mercados se recuperam nesta 3ª. Soja lidera ganhos na CBOT
     

 Depois do pânico generalizado de ontem, os futuros da soja subiam entre 9 e 10,75 pontos nos principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, seguidos pelo milho e pelo trigo, por volta de 7h50 (horário de Brasília).


O petróleo, que cedeu mais de 20% no pregão anterior, subia mais de 9% em Nova York e mais de 8% na Bolsa de Londres. Gás natural, prata e cobre também sobem, bem como açúcar, café e algodão na Bolsa de Nova York. Da mesma forma, o ouro trabalhava no vermelho, também no caminho contrátio da sessão anterior.


Os mercados se recuperam do que os especialistas afirmam ter sido o pior dia para o financeiro desde 2008, ano da última crise financeira global. E essa retomada vem, ainda segundo analistas e consultores de mercado, diante das expectativas de medidas coordenadas para um controle mais efetivo da epidemia de coronavírus buscando evitar uma recessão da economia mundial.


As declarações de Donald Trump sobre também trazer medidas consistentes para a contenção do surto foram bem recebidas pelos investidores e são outras informações que contribuem para a retomada observada nesta terça-feira.


Veja como fechou o mercado da soja nesta segunda-feira:


Valor da soja em reais está maior que o preço médio praticado no final do ano passado, mas vendedores seguem cautelosos


Alta da moeda americana beneficia quem tem dívidas em reais, mas é um grande problema para os endividados em dólar


O mercado brasileiro de soja mais uma vez foi beneficiado pela alta forte do dólar frente ao real, que subiu quase 2% para se aproximar de R$ 4,80. O avanço da moeda norte-americana neutralizou as perdas intensas - e de cerca também de 2% - dos futuros da soja na Bolsa de Chicago.


Com a vantagem cambial, o Brasil segue liderando as vendas internacionais, com os preços para seus concorrentes pouco atrativos para quem vende em dólares, como os EUA e Paraguai. Da mesma forma, o cenário também não é favorável para a Argentina e, dessa forma, a competitivida brasileira ainda é a maior.


A segunda-feira, no entanto, foi de pouca movimentação diante de um mercado operando em modo de pânico. As cotações do petróleo nas bolsas de Londres e Nova York cederam mais de 20% somente nesta sessão e levou junto todas as demais commodities.


Mais do que isso, além dessa insegurança crescente diante do atual cenário, é necessário que os produtores brasileiros, apesar da alta forte do dólar, revejam suas estratégias de comercialização para que possam fazer bom uso das oportunidades.


"Alta da moeda americana beneficia quem tem dívidas em reais, mas é um grande problema para os endividados em dólar", como explica o consultor em agronegócio, Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios.


Assim, os indicativos base porto seguem acima dos R$ 90,00, bem acima do praticado na média do mesmo período do ano passado, porém, com os vendedores cautelosos e avaliando, não somente a formação dos seus custos de produção, mas avaliando ainda a realidade de suas dívidas.


Além disso, o mercado em Chicago espera ainda pelo novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A demanda limitada de uma forma geral pelo coronavírus e um surto que, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), pode se tornar uma pandemia, deverá refletir em menores exportações norte-americana, como explica Todd Hultmann, analista líder do portal internacional DTN The Progressive Farmer.


"Até agora, 2020 tem sido um ano de surpresas que não param de aparecer. A última, o coronavírus se espalhando por todo o mundo, já está exercendo uma pressão óbvia sobre os preços das commodities norte-americanas. O novo boletim do USDA pode trazer exportações de grãos e alimentos, de uma forma geral, menores", diz.

Fonte: P do A.
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