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 Milho no Mercado.
28 de Outubro, 2019 - 11:01
Milho: semana começa com leves perdas na Bolsa de Chicago
     

 A semana inicia começa com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 2,00 e 2,75 pontos por volta das 09h10 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,84 com queda de 2,75 pontos, o março/20 valia US$ 3,95 com desvalorização de 2,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,01 com perda de 2,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,07 com baixa de 2,00 pontos.


Segundo informações da Agência Reuters, existe uma perspectiva de clima favorável com as previsões de clima seco nas principais regiões produtoras que permitirão aos agricultores dos Estados Unidos avançar rapidamente a colheita.


Relembre como fechou o mercado na última sexta-feira:


Milho fica estável em Chicago nesta 6ªfeira, mas acumula quedas na semana


Mercado aguarda novidades sobre o avanço da colheita nos EUA


O último dia da semana registrou estabilidade para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações máximas de 0,50 pontos negativos nesta sexta-feira (25).


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,86 com estabilidade, o março/20 valeu US$ 3,97 com queda de 0,50 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 4,04 com perda de 0,50 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 4,09 com desvalorização de 0,50 pontos.


Esses índices representaram estabilidade, com relação ao fechamento da última quinta-feira, para o dezembro/19 e para o maio/20, além de quedas de 0,25% para o março/20 e de 0,24% para o julho/20.


Com relação ao fechamento da última sexta-feira (18), os futuros do milho acumularam quedas de 1,28% no dezembro/19, 1,24% para o março/20, 1,22% para maio/20 e 1,45% para o julho/20, na comparação dos últimos sete dias.


Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho dos Estados Unidos se firmaram pela primeira vez em três sessões nesta sexta-feira, com os comerciantes de grãos se concentraram no clima da colheita de milho no Meio-Oeste americano.


“Espera-se que as tempestades persigam os agricultores dos campos no leste do cinturão do milho neste fim de semana, antes de um padrão climático mais seco”, comenta Karl Plume da Reuters Chicago.


Para o analista da Germinar Corretora, Roberto Carlos Rafael, as atenções seguem voltadas para o avanço da colheita americana, que segue atrasada com relação aos anos anteriores, e para o tamanho do rendimento desta safra nos Estados Unidos, que segue sendo uma interrogação muito grande.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram registradas desvalorização apenas em Brasília/DF (2,94% e preço de R$ 33,00) e Itiquira/MT (3,03% e preço de R$ 32,00).


Já as valorizações foram percebidas nas praças do Oeste da Bahia (1,47% e preço de R$ 34,50), Jataí/GO e Rio Verde/GO (1,52% e preço de R$ 33,50).


De acordo com a XP Investimentos, a semana termina com referências pressionadas, já que após registrar o maior preço desde 13/06/2018 na última segunda-feira (21), o preço pago pela saca perdeu força com a intensa queda do dólar.


“A moeda voltou a trabalhar perto de R$ 4,00 e reduziu as referências de porto. Indiretamente, compradores locais passaram a testar preços menores, com a postura de pouco ceder, buscando apenas recompor seus estoques. Vendedores, que especulavam no mercado local subindo preços e encurtando ofertas, acatam aos poucos”.


Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o analista da Germinar Corretora, Roberto Carlos Rafael, apontou que o mercado do milho no Brasil possui diversos fatores que impulsionaram as grandes altas registradas recentemente.


Entre os fatores que contribuem para estas valorizações, que já chegam próximas dos R$ 44,00 na bolsa brasileira, estão as dificuldades enfrentadas pela safra de milho nos Estados Unidos, aumento da demanda interna com a expansão do setor de etanol de milho e para rações animais para serem exportados à China após a peste suína africana e, principalmente, o aumento das exportações brasileiras do grão.


Segundo Rafael, as exportações são o principal fator para sustentação das valorizações, uma vez que o Brasil já exportou 26 milhões de toneladas no acumulado até setembro, deve registrar mais 6 milhões em outubro e encerrar o ano com algo entre 40 e 42 milhões de toneladas.


O único componente negativo para o mercado neste momento é a desvalorização do dólar ante ao real, o que leva Rafael a acreditar que, apesar deste bom momento, as altas do milho podem estar chegando próximas do limite.


O analista explica que os preços brasileiros estão girando próximos aos do milho importado, por exemplo, da Argentina, que hoje chegaria ao país à R$ 47,00, mas podendo cair para até 44 reais caso a moeda americana se aproxime dos R$ 3,80.


Diante disto, o conselho da corretora é que o produtor brasileiro busque vendas para sua produção neste momento, com o intuito de atingir uma média de preços atrativa, aproveitando este bom momento do mercado.


 

Fonte: P do A.
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