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 Logística.
25 de Outubro, 2019 - 09:22
MT tem 68% da malha rodoviária com problemas e precisa de R$ 1,3 bi para recuperar
     

 Em Mato Grosso, 68,1% da malha rodoviária pavimentada apresenta algum tipo de problema, sendo considerada regular, ruim ou péssima, e o restante (31,9%), como ótima ou boa. Dados como estes estão entre os 10 principais fatos revelados pela 23ª edição da “Pesquisa CNT de Rodovias-2019”, divulgada ontem (220), pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Sest-Senat. No Estado, por uma extensão de 5.474 quilômetros analisados foram identificados sete trechos com buracos grandes. E, para recuperar com ações emergenciais, de manutenção e de reconstrução, o investimento necessário é da ordem de R$ 1,32 bilhão.


O estudo avaliou toda a malha federal pavimentada e os principais trechos estaduais, também pavimentados, com resultados ou classificação para o estado geral, pavimento, sinalização e para a geometria da via. Em nível nacional, a pesquisa revelou que a qualidade das rodovias brasileiras piorou no último ano. Em todo país, um total de 108.863 quilômetros de rodovias foram avaliados pela CNT. Desse total, 64.198 quilômetros (59,0%) apresentam algum tipo de problema no estado geral, sendo classificados como regulares 37.628 quilômetros, ruins 19.039 quilômetros e péssimos 7.531 km. Para a avaliação do estado geral, é feita a análise conjunta das características do pavimento da sinalização e da geometria da via. Em 2018, o percentual neste quesito foi 57%.


No Estado, dos mais de 5,4 mil quilômetros analisados, 50,4% (2.759km) foram considerados regulares quanto ao estado geral. Já 437km como ótimos (8%); 1.308km como bons (23,9%); 548km ruins (10%); e 422km péssimos (7,7%). Em relação à sinalização, 2.795 quilômetros foram classificados bons (51,1%); 1.030km regulares (18,8%); 867km como ótimos (15,8%) e, o restante, 782km entre ruim e péssimo. “A faixa central é inexistente em 11,5% da extensão e as faixas laterais são inexistentes em 14,3%”, aponta o relatório.


Quanto ao pavimento das vias que cortam o território mato-grossense, 52,25% (2.858km) foram apontados como regulares e 28,8% (1.558km) como ótimo. Apenas, 5,2% (286km) como péssimo. “O pavimento apresenta problemas em 67,3% da extensão avaliada. 32,7% têm condição satisfatória. Em 0,5%, o pavimento está totalmente destruído”, revela o estudo. “As condições do pavimento geram um aumento de custo operacional do transporte de 33,5%. Isso reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos”, acrescentou.


Outro destaque fica por conta da geometria das vias já que 67,4% são tidas como ruim (2.120 quilômetros) e péssimas (1.569km). Outros 603km como regulares, 1.109km bons e, apenas 73km ótimos. “As pistas simples predominam em 92,0%. Falta acostamento em 66,2% dos trechos avaliados. Nos trechos com curvas perigosas, em 55,9% não há acostamento nem defensa”.


O presidente da CNT, Vander Costa, destacou a importância do investimento para que seja possível manter e expandir a malha rodoviária brasileira, garantindo a qualidade do tráfego de veículos. “É urgente a necessidade de ampliar os recursos para as rodovias brasileiras e melhorar a aplicação do orçamento disponível”, afirmou por meio da assessoria de imprensa.


Segundo Vander Costa, “a priorização do setor nas políticas públicas e a maior eficiência na gestão são imprescindíveis para reduzir os problemas nas rodovias e aumentar a segurança no transporte”. “Rodovias de baixa qualidade aumentam o risco de acidentes e demandam altos investimentos imediatos seja para manutenção e restauração, seja, em casos mais críticos, para a reconstrução. A cada ano, a pesquisa ‘CNT de Rodovias’ vem apontando problemas de qualidade nas rodovias brasileiras e, devido à falta de investimentos, não são percebidas melhoras ao longo dos anos”, reforça o relatório.


O Plano CNT de Transporte e Logística 2018 estima que seja necessário um investimento no valor de R$ 496,1 bilhões em 981 projetos para a infraestrutura rodoviária, incluindo intervenções de construção, pavimentação, duplicação, recuperação e demais adequações. No Estado, a CNT aponta ser necessário R$ 1,32 bilhão para recuperar as rodovias com ações emergenciais, de manutenção e de reconstrução.


Para este ano, do total de recursos (R$ 425,78 milhões) autorizados pelo governo federal para infraestrutura rodoviária especificamente no Estado, foram investidos R$ 358,22 milhões até setembro (84,1%). Em contrapartida, o prejuízo gerado pelos acidentes foi de R$ 372,57 milhões, em 2018. “No mesmo período, o governo gastou R$ 637,58 milhões com obras de infraestrutura rodoviária de transporte”, aponta o estudo.


Outro ponto principal refere-se ao meio ambiente. Conforme a CNT, estima-se que haverá um consumo desnecessário de 60,5 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento. “Esse desperdício custará R$ 214,15 milhões aos transportadores”. “A falta de investimentos implica piores condições das rodovias, o que, combinada ao crescente volume de tráfego, favorece o aumento do número de acidentes, com impactos preocupantes para a sociedade e para o poder público”, frisa a CNT.


 

Fonte: P do A.
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