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 Milho.
22 de Outubro, 2019 - 11:17
Milho: Colheita americana segue atrasada e cotações sobem em Chicago
     

 O Dia começa com valorização para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 2,75 e 4,00 pontos por volta das 08h57 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,91 com valorização de 4 pontos, o março/20 valia US$ 4,03 com alta de 3,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,09 com ganho de 3 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,15 com elevação de 2,75 pontos.


Segundo informações da Successful Farming, os grãos e a soja voltaram a ser mais altos nas negociações da noite para o dia, em meio a condições climáticas adversas e otimismo em relação a um acordo comercial com a China.


“O tempo chuvoso em algumas partes das planícies do norte é provável esta noite, que pode virar neve da noite para o dia. Isso atrasaria ainda mais a colheita, que já está bem atrás do ritmo normal”, aponta o analista Tony Dreibus.


De acordo com o último relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgado no final da tarde de segunda-feira, apenas 30% da safra de milho dos EUA estava colhida até domingo, atrás da média anterior de cinco anos de 47%. Em Dakota do Norte, apenas 4% da colheita foi colhida em comparação com a média de 24%, e em Dakota do Sul 9% foram coletados versus a média de 29%.


“Um tempo mais úmido atrasará ainda mais a colheita e reduzirá o tamanho da colheita”, destaca Dreibus.


Ainda segundo o USDA, são 56% das lavouras de milho em boas ou excelentes condições, contra 55% da semana anterior e 54% da expectativa do mercado. Há 30% dos campos em condições regulares e 14% em situação ruim ou muito ruim.


Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:


Milho se desvaloriza em Chicago com demanda fraca e espera por dados de colheita do USDA


Mercado interno sobe nesta segunda-feira


A segunda-feira (21) chega ao final com desvalorização para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram perdas entre 2,25 e 3,75 pontos.


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,87 com desvalorização de 3,75 pontos, o março/20 valeu US$ 3,99 com queda de 3,25 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 4,06 com perda de 2,75 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 4,13 com baixa de 2,25 pontos.


Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 1,02% para dezembro/19, de 0,75% para o março/20, de 0,73% para o maio/20 e de 0,48% para o julho/20.


Segundo informações da Agência Reuters, o milho caiu com a demanda fraca, porém o mercado permanece em uma faixa de negociação estreita, pois os investidores aguardam novos dados de progresso da colheita nos Estados Unidos e previsões meteorológicas atualizadas.


“Os contratos futuros de milho foram pressionados por um fraco ritmo de exportação dos EUA, com vendas e embarques em níveis inferiores à metade do ano anterior. Enquanto isso, as temperaturas de queda de neve e congelamento nos estados do norte dos EUA aumentaram riscos adicionais sobre a colheita contínua de milho, soja e trigo”, aponta Karl Plume da Reuters Chicago.


A agência destaca ainda que o USDA disse que coletará dados extras sobre a área de milho e soja em Minnesota e Dakota do Norte após a recente neve. Espera-se que o relatório semanal de progresso da colheita do USDA mostre 34% da safra de milho.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram registradas desvalorização.


Já as valorizações foram percebidas nas praças de Assis/SP, Panambi/RS, Pato Branco/PR, Não-Me-Toque/RS, Dourados/MS, Jataí/GO, Rio Verde/GO, Ubiratã/PR, Londrina/PR, Cascavel/PR, Palma Sola/SC (2,86% e preço de R$ 36,00), São Gabriel do Oeste/MS (3,03% e preço de R$ 34,00) e Brasília/DF (3,13% e preço de R$ 33,00).


De acordo com o reporte diário da XP Investimentos, os preços do milho abrem mais uma semana em ambiente firme.


“A amostra da XP Investimentos tem alta de R$ 0,69/sc, com média de R$ 42,39/sc. É o maior valor desde 13/06/2018, ou seja, há mais de um ano. De maneira geral, produtores e intermediários estão retraídos, pedindo mais pelos estoques de olho nas exportações. Compradores locais cedem aos poucos (fluxo de comercialização é baixo) e vão buscando apenas repor seus estoques, de olho nos movimentos de Chicago e da taxa de câmbio”, dizem os analistas.


A publicação aponta ainda que, as referências nos portos brasileiros para outubro permanecem em R$ 40,50/sc, também sob ambiente firme. No Brasil, especulações envolvendo clima e chuvas permanecem na agenda para os próximos meses, dado tempo predominantemente seco e início do plantio em praticamente todo o país.


 

Fonte: P do A.
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