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 Milho no Mercado.
18 de Outubro, 2019 - 10:31
Milho: O dia começa com cotações em queda na Bolsa de Chicago
     

 O dia rumo ao final de semana começa com os preços internacionais do milho futuro desvalorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 2,25 e 2,50 pontos por volta das 09h00 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,92 com queda de 2,50 pontos, o março/20 valia US$ 4,04 com desvalorização de 2,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,10 com baixa de 2,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,15 com perda de 2,25 pontos.


Segundo informações da Successful Farming, as cotações do milho caíram da noite para o dia, à medida em que a colheita segue no Meio-Oeste. Cerca de 22% do milho havia sido coletado no início da semana, muito abaixo da média de 36% para esta época do ano, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).


“O clima seco, embora frio, em algumas partes do Cinturão do Milho, faz com que os agricultores colham grãos o mais rápido possível”, diz o analista Tony Dreibus.


Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:


Clima e negociações comerciais atuam e milho sobe em Chicago nesta quinta-feira


Mercado interno também registra valorizações


A quinta-feira (17) chega ao final com valorização para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas de 3,00 pontos.


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,94 com alta de 3 pontos, o março/20 valeu US$ 4,06 com valorização de 3 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 4,12 com elevação de 3 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 4,17 com ganho de 3 pontos.


Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 0,77% para dezembro/19, de 0,74% para o março/20 e de 0,73% para o maio/20, e 0,72% para o julho/20.


Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho aumentaram apoiados por preocupações com o tamanho das culturas dos Estados Unidos, enquanto os traders continuaram monitorando as perspectivas de um acordo comercial parcial entre EUA e China.


O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse na quinta-feira que o “sério compromisso” da China de comprar entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA, como parte de um acordo comercial de fase 1, dependeria em parte de empresas privadas e condições de mercado.


O acordo foi revelado na Casa Branca na semana passada, durante uma visita do vice-primeiro-ministro da China, Liu He, como parte de uma tentativa de acabar com uma guerra comercial entre Pequim e Washington, que abalou os mercados e impulsionou o crescimento global.


“Os futuros de milho da CBOT também subiram com a notícia de que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse na quarta-feira que coletaria informações adicionais sobre a área de milho e soja em Minnesota e Dakota do Norte após a recente nevasca e poderá publicar mudanças em seu relatório de produção de 8 de novembro”, aponta o analista Bem Potter.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a terça-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram registradas desvalorizações.


Já as valorizações foram percebidas nas praças de Assis/SP, Oeste da Bahia, Pato Branco/PR, Ubiratã/PR, Londrina/PR, Tangará da Serra/MT, Campo Novo do Parecis/MT, Rondonópolis/MT, São Gabriel do Oeste/MT, Itiquira/MT, Campinas/SP (3,45% e preço de R$ 44,33) e Luís Eduardo Magalhães/BA (6,25% e preço de R$ 34,00).


De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, os preços do milho estão em alta nas principais praças produtoras do país. “O atraso do plantio em algumas áreas devido a escassez do plantio, a força do dólar e a oferta contida dos produtores são os principais motivos para este comportamento”.


 

Fonte: P do A.
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