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 Milho.
14 de Outubro, 2019 - 16:27
Milho: Semana começa com leves quedas na Bolsa de Chicago
     

 A semana inicia com leves quedas para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam baixas entre 1,25 e 1,50 ponto por volta das 09h11 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,96 com desvalorização de 1,25 pontos, o março/20 valia US$ 4,06 com queda de 1,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,11 com perda de 1,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,15 com baixa de 1,25 pontos.


Segundo informação da Successful Farming, os grãos foram pouco alterados da noite para o dia, à medida que os hedgers e os investidores aguardam mais notícias do acordo comercial parcial entre os Estados Unidos e a China.


“Na semana passada as duas maiores economias do mundo chegaram a um acordo segundo o qual os EUA cancelariam tarifas que estavam programadas para entrar em vigor na terça-feira e a China aumentaria as compras de produtos agrícolas”, diz o analista Tony Dreibus.


O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, que foi um ator importante nas negociações, juntamente com o representante comercial dos EUA Robert Lighthizer, disse que o país asiático aumentaria as compras agrícolas de US$ 40 bilhões para US$ 50 bilhões, informou a Reuters.


De acordo com Dreibus, ainda assim há ceticismo de que a China cumpra as compras prometidas, e até a mídia estatal chinesa disse que os lados concordaram em questões fundamentais, mas ainda precisam assinar um acordo.


“O champanhe provavelmente deve ser mantido no gelo, pelo menos até os dois presidentes colocarem a caneta no papel”, disse o China Daily.


Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:


Milho se recupera de perdas para fechar 6ªfeira e semana em alta com clima americano impulsionando


Cotações subiram quase 4,5% hoje e acumularam alta de até 3,4% na semana


A sexta-feira (11) chega ao final com grandes valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas entre 14,25 e 17,50 pontos.


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,97 com valorização de 17,50 pontos, o março/20 valia US$ 4,07 com ganho de 16,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,12 com elevação de 15,25 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 4,16 com alta de 14,25 pontos.


Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última quinta-feira, de 4,47% para dezembro/19, de 4,09% para o março/20, de 3,78% para o maio/20 e de 3,48% para o julho/20.


Com relação ao fechamento da última sexta-feira (04), os futuros do milho acumularam altas de 3,39% no dezembro/19, 2,52% para o março/20, 2,49% para maio/20 e 2,72% para o julho/20, na comparação dos últimos sete dias.


Segundo informações do site internacional Barchart, os contratos futuros de milho aumentaram dois dígitos, se recuperando das fortes perdas de quinta-feira. Os comerciantes estão mudando o foco da atualização mensal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na quinta-feira e adotando o clima nas planícies como protagonista.



De acordo com a Agência Reuters, os comerciantes de grãos continuam a monitorar uma tempestade de inverno que trouxe condições de nevasca a partes das Dakotas e esperam que as temperaturas congelantes cheguem até Minnesota e Iowa neste fim de semana.


“O surto frio desta semana é mais intenso do que o esperado e deve reivindicar uma parcela maior das safras imaturas de milho e soja deste ano do que se acreditava anteriormente”, escreveu Arlan Suderman, economista-chefe de commodities do INTL FCStone, em nota aos clientes.


Outro fato que tomou a atenção do mercado de commodities e ações foi o avanço das negociações comerciais de alto nível dos EUA com a China, que entraram no segundo dia. O presidente dos EUA, Donald Trump, deu uma nota otimista e Pequim indicou que estava aberto a um acordo “parcial” que evitaria um aumento planejado nas tarifas de seus produtos neste mês, conforme reportado pela Reuters Chicago.


“É tudo sobre a China. Todos estão entusiasmados com um mini-acordo que aliviará as tensões”, disse Dan Basse, presidente da AgResource Co., com sede em Chicago.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram registradas desvalorização apenas em Sorriso/MT disponível (2% e preço de R$ 24,50) e Brasília/DF (3,13% e preço de R$ 31,00).


Já as valorizações foram percebidas na praça de Castro/PR (1,33% e preço de R$ 38,00), Primavera do Leste/MT (1,79% e preço de R$ 28,50) e Sorriso/MT balcão (2,38% e preço de R$ 21,50).


 

Fonte: P do A.
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