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 Soja e o Mercado.
11 de Outubro, 2019 - 11:28
Soja sobe em Chicago com boas perspectivas do encontro entre Trump e He
     

 Os preços da soja neste dia rumo ao final de semana  na Bolsa de Chicago. Depois da estabilidade do fechamento anterior, apesar de um boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) bastante altista para a oleaginosa, o mercado voltou a tomar fôlego e registrava bons ganhos na manhã de hoje.


Por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações da soja subiam entre 9,50 e 9,75 pontos nos contratos mais negociados, com o novembro/19 valendo US$ 9,33 e o março/20, US$ 9,59 por bushel. O maio/20, importante referência para a safra brasileira, tinha US$ 9,68.


As especulações um pouco mais otimistas sobre as reuniões entre China e Estados Unidos ajudam a dar esse tom positivo ao mercado na manhã desta sexta. Hoje, o presidente americano Donald Trump se encontra com o vice-premier chinês Liu He. Os ânimos, porém, ainda estão contidos dado o histórico desta guerra comercial e de rumores quase nunca confirmados.


"Há um suporte de comentários do presidente americano Trump, que confirmou uma reunião hoje com o vice-premier chinês, indicando que as negociações avançaram bem e um novo acordo é possível. Obviamente que, apesar da euforia, o mercado tenta conter a volatilidade porque por várias vezes nos últimos 18 meses tivemos alarmes falsos", afirma Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte.


Os traders observam não só as questões geopolíticas e ainda os números do USDA reportados ontem - os quais cortaram a produção, produtividade, áreas plantada e colhida, estoques finais norte-americanos de soja - como também as condiçõe de clima no Corn Belt.


Muitas regiões já têm sido acometidas pelo frio intenso, geadas e nevascas e as previsões indicam mais geadas para os próximos dias. Confirmado, o fenômeno poderia atingir mais severamente o milho, de acordo com os especialistas.


Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:


Soja fecha estável em Chicago apesar do USDA, à espera de reuniões entre China e EUA


Apesar do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ter trazido números positivos para os preços da soja na Bolsa de Chicago, os futuros da oleaginosa terminaram o dia com estabilidade e leves baixas no pregão desta quinta-feira (10).


As variações entre as posições mais negociadas ficaram entre 0,25 e 0,50 ponto, com o novembro/19, referência para a safra americana, terminando o dia com US$ 9,23 e o maio/20, indicativo para a safra do Brasil, valendo US$ 9,59 por bushel.


Essa reação “morna“ do mercado é um reflexo da espera dos traders por mais notícias entre as relações China x Estados Unidos que passam por mais um teste também nesta quinta-feira. Novas reuniões entre representantes do alto escalão dos dois países começaram em Washington, mas ainda não produziram grandes notícias.


"A falta de atividade política entre EUA e China coloca o mercado em retração e aversão ao risco no curto-prazo", explicam os diretores da consultoria ARC Mercosul. E o mercado vai esperar os resultados dessa nova rodada de conversar para se posicionar melhor.


Ainda segundo a ARC, os preços até chegaram a "disparar" um movimento de alta na sequência do relatório, porém, voltaram e para se posicionar na estabilidade.


E para o analista de mercado Marcos Araújo, da Agrinvest Commodities, este foi um movimento pontual e o viés para os preços da soja na Bolsa de Chicago segue positivo. Há ainda uma interrogação sobre a demanda chinesa no mercado norte-americano, porém, com boas perspectivas.


Nesta quinta, o USDA, além de seu boletim de oferta e demanda trouxe ainda o anúncio de uma nova venda de soja para a China de 398 mil toneladas da safra 2019/20, além de reportar as vendas semanais para exportação bem acima das expectativas do mercado. Na semana encerrada em 3 de outubro, os EUA venderam 2.092,5 milhões de toneladas de soja da safra 2019/20. O mercado esperava algo entre 1,3 e 1,8 milhão de toneladas.


"Grande dia de negociações com a China. Eles querem fazer um acordo, mas será que eu quero? Eu me encontro amanhã com o vice-premiê na Casa Branca", disse o presidente americano Donald Trump no Twitter nesta quinta.


Os traders também seguem acompanhando as questões climáticas nos Estados Unidos. Ainda segundo Araújo, as condições de frio intenso e de nevascas e geadas que já têm sido registradas em áreas do Corn Belt podem prejudicar ainda mais a nova safra de soja dos EUA, além de comprometer o bom andamento da colheita da oleaginosa.


NÚMEROS DO USDA


A safra de soja foi revisada para baixo ficando em 96,62 milhões de toneladas, contra 98,87 milhões do boletim de setembro. A produtividade caiu de 53,68 para 52,56 sacas por hectare. Mais do que isso, o USDA corrigiu ainda a área plantada e colhida com a oleaginosa no país. Os números vieram em 30,96 e 30,59 milhões de hectares, contra 31,04 e 30,72 milhões, respectivamente, em setembro.


Os estoques finais da safra nova também foram consideravelmente reduzidos para 12,52 milhões de toneladas, contra 17,42 milhões do boletim anterior.


A produção mundial também caiu e ficou em 338,97 milhões de toneladas, contra 341,39 milhões de setembro. Os estoques finais globais passaram de 99,19 para 95,21 milhões de toneladas, em uma nova correção consecutiva para menos.


A safra brasileira ainda foi estimada em 123 milhões de toneladas.


MERCADO BRASILEIRO


Para o mercado brasileiro, principalmente quando se trata de soja da safra nova, o cenário também é bastante positivo, diz o analista da Agrinvest. 2020 deverá registrar, em determinado momento, um importante descolamento dos preços da Bolsa de Chicago e promover boas oportunidades. E muito disso já pode ser observado no mercado futuro.


Em entrevista ao Notícias Agrícolas, Araújo deu como exemplou uma operação com o contrato março/20 em US$ 9,48, prêmio de 25 cents acima da CBOT e mais um dólar futuro de R$ 4,167 resultando em uma soja FOB Santos ou Paranaguá com referência em R$ 87,40 por saca. A cruzar com os custos do estado de Minas Gerais, por exemplo, tal preço daria uma margem operacional de 90% ao produtor. "A palavra-chave para o sojicultor tem que ser lucratividade", diz.


Embora com oportunidades mais limitadas neste momento, o mercado disponível também ainda se mostra atrativo. Araújo exemplificou utilizando o valor do novembro desta quinta na CBOT, com 85 cents de prêmio e mais o dólar spot, que fechou em R$ 4,12, levando a soja sobre rodas, porto, a R$ 89,70 por saca, aproximadamente.


Os indicativos nos portos subiram, mas ficaram ligeiramente abaixo disso, porém, servem apenas como referência. Em Rio Grande, alta de 1,26% para o spot em R$ 88,50 e de 0,58% para safra nova, com R$ 87,00 por saca. Já em Paranaguá, ganhos de 0,57% e 0,58%, respectivamente, para R$ 88,50 e R$ 87,00 também, como no porto gaúcho.


No interior do país, as cotações da soja também registraram altas consideráveis, as quais bateram em até 2,35%, como foi o caso do Oeste da Bahia, onde a saca encerrou o dia com R$ 76,25. A demanda interna mais aquecida contribui para esse melhor momento dos preços da oleaginosa também no mercado nacional.


 

Fonte: P do A.
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