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 Soja e o Mercado.
23 de Setembro, 2019 - 14:12
Soja sobe mais de 10 pts em Chicago neste dia se recuperando após últimas baixas
     

 A semana começa forte para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa subiam mais de 11 pontos neste dia, por volta de 8h (horário de Brasília), com o contrato novembro/19 já voltando a valer US$ 8,95 por bushel. O março tinha US$ 9,20 e o maio, US$ 9,31.


Segundo analistas internacionais, o mercado recupera parte das últimas correções, mas mantém sua cautela à espera de mais informações entre as relações de Brasil e China, sem desviar seus olhares das condições de clima para a conclusão e colheita da safra dos Estados Unidos.


O mercado vê os fundos investidores voltarem à ponta compradora depois das perdas de mais de 1% das cotações na última sexta-feira (20), porém, não define ainda uma nova tendência de alta para a soja na CBOT.


Ainda nesta segunda-feira os traders se atentam também à espera pelo novo reporte semanal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de acompanhamento de safras e a expectativa do mercado é que uma nova baixa no índice de lavouras em boas ou excelentes condições, dessa vez de 54% para 53%. A média para o período, dos últimos cinco anos, é de 69%.


O boletim, porém, chega somente ás 17h (Brasília), após o encerramento dos negócios na CBOT.


Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:


Soja: Disponível sobe mais de 1% nos portos do BR nesta 5ª com altas do dólar e Chicago


A quinta-feira (19) foi de bons negócios para o mercado brasileiro da soja. As altas, embora tímidas, registradas na Bolsa de Chicago e mais o forte avanço do dólar frente ao real deram algum impulso à comercialização da oleaginosa. A moeda americana subiu mais de 1% e voltou ao patamar dos R$ 4,15.


Como explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities, a combinação de ganhos em Chicago e no câmbio ajudaram a dar fôlego aos negócios. Os preços nos portos subiram mais de 1% nas principais referências e ganhos ainda mais expressivos puderam ser observados em algumas praças de comercialização do interior do país.


Em Paranaguá, a soja disponível fechou com R$ 85,50 e alta de 1,79%, enquanto para março o valor ficou em R$ 84,70. No terminal de Rio Grande, alta de 1,78% para R$ 85,70 no spot e estabilidade em R$ 85,00 para março de 2020.


Entre os prêmios, os valores também se manter e fechar o dia não muito distante dos valores do dia anterior, o que também favoreceu o mercado interno.


BOLSA DE CHICAGO


Na Bolsa de Chicago, os futuros da soja terminaram o pregão desta quinta-feira com altas de pouco mais de 3 pontos nos principais contratos, com o novembro valendo US$ 8,93 por bushel, enquanto o março/20 foi a US$ 9,18.


O mercado encontrou algum suporte nas vendas semanais norte-americanas para exportação, divulgadas nesta quinta-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Foram de 1,728 milhão de tonelada, acima das expectativas do mercado, que variavam de 700 mil a 1,1 milhão de toneladas.


Os maiores compradores da oleaginosa norte-americana foram a China, o México e o Egito.


E embora as vendas semanais tenham sido fortes e acima do esperado, no acumulado do ano comercial o total de 11,181 milhões de toneladas ainda se mostra abaixo do mesmo período do ano anterior em 37%.


Ainda assim, os traders seguem à espera de novas informações, principalmente do lado da demanda, e atuam com cautela, buscando um bom posicionamento antes da chegada destas notícias.


E nesta quinta, negociadores chineses e americanos se encontram em Washington para preparar o ambiente para os times do alto escalão que se reúnem na capital americana em outubro. Segundo especialistas, esse primeiro encontro - depois de dois meses do último - acontece em meio a muitas diferenças e desacordos.


"O mercado continua não se impressionando com 3 dias consecutivos de compras de soja americana pela China (já vimos esse filme antes e a guerra comercial continua) e, portanto, preferam esperar as reuniões do início de outubro para ver se vale a pena se posicionar com mais otimismo", explica o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia.


E o executivo explica ainda que a pressão sazonal da colheita nos EUA também ainda pesa sobre os preços em Chicago neste momento. Para o milho, os trabalhos de campo já começaram. "Fora noticias de exportações, só uma mudança nos mapas climaticos (geada) para as proximas 2 semanas será capaz de animar os traders", conclui Cachia.


No Brasil, o atraso das chuvas também chama a atenção e ainda não dá condições de plantio para alguns estados importantes que já têm a semeadura liberada, como Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os níveis de umidade do solo ainda são insuficiente e o calor intenso continua.


No cenário externo, os traders acompanham esse início de safra um tanto preocupante para os produtores brasileiros, porém, sem ainda trazer reflexos para o mercado.


 

Fonte: P do A.
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