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 Confinamento Bovino.
20 de Setembro, 2019 - 10:34
Confinamento deve crescer para até 5,5 milhões de cabeças, diz DSM
     

 “Exceto por um cenário de forte deterioração adicional em fatores comerciais e geopolíticos, a economia brasileira deve permanecer no grupo de emergentes mais resilientes durante a tempestade. Devido a um número de fatores, esperamos que a taxa cambial volte para um nível em torno de 3,80/USD para o final deste ano e do próximo”. A projeção é do estudo AgroInfo Q3 2019, publicado essa semana pelo Rabobank.


A instituição financeira, especializada no agronegócio mundial, admite que se trata de uma estimativa que parece “bastante arriscada” no momento atual: “Não antevemos grande apreciação do câmbio no curtíssimo prazo. Contudo, vemos os fundamentos consistentes com uma erosão do prêmio a partir da segunda metade do 4T19 [quarto triestre de 2019]”.


De acordo com o Rabobank, fatores globais como a escalada da guerra comercial entre EUA/China, além do temor de uma recessão global e a crise na Argentina, levaram os ativos brasileiros a uma tendência negativa neste 2S19 [segundo semestre de 2019]. “Em nossa opinião, esse movimento de mercado contrasta com uma certa melhora no contexto doméstico, após a aprovação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados (e contando com a expectativa de aprovação de um texto não muito ‘diluído’ no Senado em outubro)”, completa.


Segundo avaliação que consta também no estudo AgroInfo Q3 2019, o fundamentos de curto prazo (e.g. dólar mais forte frente às moedas globais, em particular o yuan chinês, preços de commodities mais baixos) em parte explicam o movimento de alta na taxa cambial no Brasil.


“Nossos modelos de taxa câmbio sugerem que fatores técnicos também podem ter tido sua parcela de contribuição. Isso significa que, apesar da baixa visibilidade atual, é possível que as incertezas globais tenham levado um aumento do prêmio de risco em alguns ativos brasileiros, especialmente no câmbio. Esta última, pode ter sido utilizada como ‘hedge’ para posições defensivas, tendo em vista piores expectativas para ativos de mercados emergentes em geral”, explica o banco.


“Desta maneira, nossos modelos de valor justo – que associam variações de curto prazo do câmbio ao movimento de variáveis relacionadas às condições financeiras globais, às perspectivas das contas externas brasileiras e outros fundamentos domésticos – ainda vem apontando para uma taxa de câmbio em torno de 3,85/USD”, acrescenta.


Pontos de Atenção, de acordo com o Rabobank:


• Vemos riscos em ambas as direções para a taxa de câmbio.


• Como risco altista, temos a possibilidade de uma desaceleração global mais intensa do que o esperado, uma escalada adicional nas tensões comerciais e geopolíticas entre EUA e China.


• Como potenciais riscos baixistas, uma postura mais expansionista que o esperado pelos principais bancos centrais (liderados pelo FED) e a novos avanços na pauta de reformas econômicas e fiscais no Brasil.


 


 

Fonte: P do A.
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