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 Milho.
19 de Setembro, 2019 - 11:18
O dia começa com leves quedas para as cotações do milho em Chicago
     

 O dia começa com leves quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,75 e 1,00 ponto por volta das 08h53 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,70 com baixa de 1 ponto, o março/20 valia US$ 3,81 com desvalorização de 1 ponto, o maio/20 era negociado por US$ 3,89 com perda de 1 ponto e o julho/20 tinha valor de US$ 3,95 com queda de 0,75 pontos.


Segundo informações da Successful Farming, os contratos futuros de grãos pouco mudaram da noite para o dia, pois os investidores aguardam notícias das reuniões entre negociadores americanos e chineses.


“Espera-se hoje uma delegação de Pequim em Washington para continuar as negociações pessoalmente pela primeira vez desde julho. Desde então, os países - as duas maiores economias do mundo - impuseram mais tarifas sobre os produtos um do outro. As negociações desta semana serão entre funcionários de nível inferior, mas estabelecerão as bases para as negociações programadas em outubro”, comenta o analista Tony Dreibus.


Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:


Milho: Bolsa de Chicago fecha quarta-feira em alta com olhares voltados ao clima


Mercado aguarda agora novos dados de exportação do USDA


A quarta-feira (18) chega ao final com valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 1,50 e 3,25 pontos.


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,71 com alta de 3,25 pontos, o março/20 valeu US$ 3,82 com ganho de 2,50 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,90 com elevação de 2 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,96 com valorização de 1,50 pontos.


Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 0,82% para o dezembro/19, 0,53% no março/20, de 0,52% para o maio/20 e de 0,25% para o julho/20.


Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho subiram em uma recuperação leve de cobertura curta, enquanto o trigo ganhou com uma demanda robusta em todo o mundo e temores de que o tempo seco possa prejudicar as perspectivas de produção de colheitas no Hemisfério Sul.


“A movimentação de preços foi mais medida do que no início da semana, quando os turbulentos mercados de energia após um ataque às instalações de petróleo da Arábia Saudita irritaram os grãos. O foco do mercado permaneceu no clima sazonalmente quente do Centro-Oeste dos EUA, que ajudou a acelerar a maturidade das culturas de milho e soja e o preocupante ressecamento na América do Sul, onde agricultores da Argentina e do Brasil estão se preparando para plantar suas próximas safras”, comentou Karl Plume da Reuters Chicago.


Agora, os investidores aguardam novos dados de vendas de exportação, que serão divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início da próxima quinta-feira.


“Analistas consultados pela Reuters esperavam que as vendas de trigo e soja caíssem em relação ao ritmo robusto da semana anterior, enquanto as vendas de milho foram vistas subindo após uma queda nos preços”, apontou Plume.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a terça-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as únicas valorizações registradas aconteceram em Castro/PR (1,41% e preço de R$ 36,00), Palma Sola/SC (1,54% e preço de R$ 33,00), São Gabriel do Oeste/MS (1,82% e preço de R$ 28,00) e Brasília/DF (3,33% e preço de R$ 31,00).


Já as desvalorizações foram percebidas nas praças do Oeste da Bahia (0,78% e preço de R$ 31,75), Tangará da Serra/MT (1,89% e preço de R$ 26,00), Campo Novo do Parecis/MT (2% e preço de R$ 24,50), Sorriso/MT balcão (5% com preço de R$ 19,00) e Sorriso/MT disponível (6,98% e preço de R$ 20,00).


A XP Investimentos divulgou nota afirmando que a dinâmica do mercado físico de milho permanece inalterada há quase um mês.


“De maneira geral, o fluxo de comercialização é baixo e compradores/vendedores vão se testando em preço. Nenhuma das partes possui um grande interesse/necessidade de concretizar os negócios e, assim, a comercialização em nível Brasil para”.


Os analistas também apontaram que, “dado o início do plantio da safra de verão em boa parte dos estados produtores, agentes vão se posicionando de acordo com os mapas de chuva (futuros e atuais). Importante citar que boa parte desses agentes acompanham fielmente as referências de Chicago e a taxa de câmbio para proxy de preço externo, embora estes venham volatilizando menos nos últimos dias”.


 

Fonte: P do A.
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