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 Milho no Mercado.
18 de Setembro, 2019 - 15:19
Milho: Mercado futuro opera com ligeiras perdas neste dia na CBOT
     

 As referências futuras do cereal iniciaram o pregão desta quarta-feira (18) com ligeiras quedas na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos operava com desvalorização de 0,75 a 1,25 pontos, por volta das 09h22 ( Horário de Brasília). O vencimento dezembro/19 trabalhava a US$ 3,67 por bushel e o março/19 estava cotado a US$ 3,78 por bushel.


Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão tentando se manter estáveis e os agentes estão de olho no clima americano. “A falta de geada nas previsões para os primeiros dias de outubro continua a diminuir os riscos de que as culturas não consigam chegar à primeira geada antes de atingirem a maturidade”, afirma Knorr.


Ainda segundo as informações da Farm Futures, a base de milho firmou-se na sessão desta última terça-feira, com melhores ofertas em algumas usinas de etanol, uma vez que as vendas dos fazendeiros secaram e os compradores do Golfo também pressionaram um pouco.


Confira como fechou o mercado na terça-feira:


Milho: Bolsa de Chicago cai até 1,60% nesta terça-feira e devolve ganhos da segunda


Cotações acompanham baixa do petróleo e melhora das lavouras


A terça-feira (17) chega ao final com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram baixas entre 6,00 e 6,25 pontos.


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,68 com queda de 6 pontos, o março/20 valeu US$ 3,80 com perda de 6 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,88 com desvalorização de 6,25 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,95 com baixa de 6,25 pontos.


Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última segunda-feira, de 1,60% para o dezembro/19, 1,55% no março/20, de 1,52% para o maio/20 e de 1,50% para o julho/20.


Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho nos Estados Unidos caíram na terça-feira pela primeira vez em quatro sessões em condições de cultivo melhores do que o esperado e à medida que os preços do petróleo, que alimentavam o comício da sessão anterior, recuavam.


“Ontem ficamos muito entusiasmados com os preços do petróleo subindo ao redor do mundo. Hoje, com o relaxamento do petróleo, nosso foco está de volta à colheita”, disse Don Roose, presidente da US Commodities em West Des Moines, Iowa.


O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse na segunda-feira que 55% do milho dos EUA estava em condições de bom a excelente, acima das expectativas dos analistas de 54%. “A colheita também está em andamento”, destaca o analista de grãos Ben Potter.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a terça-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as únicas desvalorizações registradas aconteceram em São Gabriel do Oeste/MS (1,79% e preço de R$ 27,50), Alto Garças/MT (3,70% e preço de R$ 26,00), Itiquira/MT, Rondonópolis/MT e Primavera do Leste/MT (3,85% e preço de R$ 25,00).


Já as valorizações foram percebidas nas praças do Oeste da Bahia (0,79% e preço de R$ 32,00), Campinas/SP (1,32% e preço de R$ 38,42), Palma Sola/SC (1,54% e preço de R$ 33,00), Pato Branco/PR (1,74% e preço de R$ 29,20), Londrina/PR, Cascavel/PR e Ubiratã/PR (1,82% e preço de R$ 28,00), Tangará da Serra/MT (1,92% e preço de R$ 26,50) e Campo Novo do Parecis/MT (2,04% e preço de R$ 25,00).


A XP Investimentos divulgou nota apontando que, a dinâmica do mercado físico de milho permanece inalterada há quase um mês.


“De maneira geral, o fluxo de comercialização é baixo e compradores/vendedores vão se testando em preço. Nenhuma das partes possui um grande interesse/necessidade de concretizar os negócios e, assim, a comercialização em nível Brasil para. Importante citar que boa parte desses agentes acompanham fielmente as referências de Chicago e a taxa de câmbio para proxy de preço externo”.


 

Fonte: P do A.
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