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 Milho no Mercado.
23 de Julho, 2019 - 17:52
Milho: Após relatório do USDA, cotações abrem a terça-feira com leves altas em Chicago
     

 A terça-feira (23) começa com leves altas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam ganhos entre 2,00 e 2,50 pontos. O vencimento setembro/19 tinha alta de 2,50 pontos valendo US$ 4,24, o dezembro/19 valia US$ 4,29 com elevação de 2,50 pontos e o março/19 era cotado à US$ 4,37 com 2,00 pontos de valorização.


Segundo informações do site Farm Futures, os futuros de safra foram maiores no comércio da madrugada após o relatório de progresso da safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) mostrar, no final da tarde de segunda-feira, que as condições do milho.


A safra de milho dos Estados Unidos foi classificada como 57% boa ou excelente até domingo, abaixo dos 58% da semana anterior. Isso também está abaixo dos 72% que receberam as melhores avaliações neste momento em 2018.


Cerca de 35% da safra foi de espigamento, bem abaixo da média de 66% para esta época do ano, e apenas 5% estava no estágio de massa, metade do normal, disse o USDA.


Confira como fechou o mercado na última segunda-feira:


Milho: Expectativa de clima bom no EUA derruba cotações em Chicago


A segunda-feira (22) se encerra com desvalorizações nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram quedas entre 7,50 e 9,00 pontos.


O vencimento setembro/19 foi cotado à US$ 4,22, com queda de 8,50 pontos, o dezembro/19 valeu US$ 4,26 com baixa de 9,00 pontos e o março/20 foi negociado por US$ 4,35 após desvalorização de 8,25 pontos.


Com relação ao fechamento do mercado da última sexta-feira (19), o setembro/19 caiu 1,86% e o dezembro/19 baixou 2,07%.


Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho de Chicago recuaram nesta segunda-feira, com as esperanças de queda nas compras chinesas e as previsões de temperaturas mais baixas no Meio-Oeste dos Estados Unidos diminuindo as preocupações com a perda de produtividade.


As temperaturas estão começando a esfriar em grande parte do Cinturão de Milho depois que tempestades e calor extremo no fim de semana ameaçaram conter a produção de milho dos EUA, aponta o Commodity Weather Group.


“Os comerciantes também estão aguardando o relatório semanal de progresso de safra do Departamento de Agricultura dos EUA. As expectativas são de que o número de áreas em boas ou excelentes condições permaneça sem alteração com relação ao da semana passada”, diz Barbara Smith da Reuters Chicago.


Mercado Interno


Já no mercado físico brasileiro, a semana começa com as cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única praça que apresentou valorização foi Brasília/DF (3,45% e preço de R$ 30,00).


As desvalorizações foram percebidas em Campinas/SP (1,29% e preço de R$ 37,43), Assis/SP (1,59% e preço de R$ 31,00), Dourados/MS (1,64% e preço de R$ 30,00), Pato Branco/PR (1,68% e preço de R$ 29,20), Londrina/PR e Ubiratã/PR (1,79% e preço de R$ 27,50), Sorriso/MT balcão (4,35% e preço de R$ 22,00) e Sorriso/MT disponível (8,33% e preço de R$ 22,00).


Segundo a Agrifatto Consultoria, “o mercado físico segue com fluxo baixo (apenas entregas das negociações do início da safrinha), com agentes observando os preços de porto para tentar balizar os preços. Estes, por sua vez, voltaram a operar em ambiente baixista, dado recuo representativo em Chicago, da taxa de câmbio e dos prêmios”.


Ainda nesta segunda-feira, o Cepea divulgou que “com o avanço da colheita, a perspectiva de alta disponibilidade de milho nas próximas semanas tem pressionado as cotações no mercado interno desde o início de julho. Apesar de os preços externos também estarem em queda, a movimentação nos portos brasileiros voltou a aumentar nos últimos dias, influenciada pela competitividade e pela disponibilidade do cereal brasileiro”.


Em Campinas (SP), região referência para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, novamente compradores se mantiveram afastados na maior parte da semana. O Indicador fechou a R$ 36,88/saca de 60 kg, na sexta-feira, 19, queda de 0,9% frente ao do dia 12.


Já no que diz respeito a colheita brasileira, a AgRural divulgou em comunicado que 67% da área plantada na região centro-sul já foi colhida, ante 36% no mesmo período do ano passado.


 

Fonte: P do A.
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