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 Soja e o Mercado.
15 de Julho, 2019 - 11:45
Soja inicia semana em Chicago com leves baixas e ligeira realização de lucros nesta 2ª
     

 Os preços da soja trabalham com leves baixas na manhã desta segunda-feira (15) na Bolsa de Chicago. As cotações da oleaginosa, por volta de 7h55 (horário de Brasília), perdiam de 2 a 2,50 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 9,16 e o novembro, US$ 9,29 por bushel.


O mercado realiza lucros depois das boas altas da última semana, principalmente as registradas na sexta-feira (12), que passaram dos 14 pontos. No paralelo, permanece como mais importante foco dos traders neste momento a questão climática nos EUA para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.


Nesta segunda, o mercado espera que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traga uma nova redução no índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições no país, para algo entre 51% e 52%, contra 53% da semana anterior e frente à media para o período de 71,4%. O relatório com esses dados chega às 17h (Brasília), pós fechamento da CBOT.


Ainda na atenção dos players está também a guerra comercial e a falta de avanço nas conversas entre China e Estados Unidos. Embora as negociações tenham sido retomadas, poucas mudanças foram observadas e a pressão do conflito sobre as cotações continua.


Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:


Soja: Clima quente e seco no Corn Belt e tempestades no Golfo puxam Chicago nesta 6ª


Influenciados pelo mercado climático, os preços da soja fecharam o pregão desta sexta-feira (12) com altas de mais de 14 pontos nos principais contratos negociados na Bolsa de Chicago. O agosto terminou o dia valendo US$ 9,13 e o novembro, US$ 9,31 por bushel.


Se o plantio da soja norte-americana se deu, onde foi possível, sob excessivas chuvas, a preocupação agora se dá com a falta delas e o calor excessivo no Corn Belt. Direto do cinturão de produção norte-americano, o diretor da ARC Mercosul, Tarso Veloso, relatou condições preocupantes de desenvolvimento das lavouras no estado de Illinois, o maior produtor de soja e o segundo maior de milho do país.


Após uma primavera intensamente úmida, Veloso fala agora de plantações mal desenvolvidas, claramente mal germinadas e até mesmo locais onde o solo, após dias de tempo mais seco, já está rachado.


"É claro o stress hídrico aqui a oeste de Chicago. Nosso analista de soja, que é a terceira geração de produtores na família aqui nessa região, e afirma que nunca viu um ano tão ruim quanto este", relata o diretor da ARC. "Ainda vemos os locais onde houve alagamento, e agora o que se vê é que a umidade do solo foi totalmente utilizada pelas plantas e evaporada e agora o que a gente vê é falta de umidade, o solo rachado, milho baixo e a soja pequena, já ficando amarelada", completa.


E para os próximos 15 dias, as previsões ainda sinalizam dias quentes e secos nestas regiões e, confirmadas, podem comprometer e castigar ainda mais essas lavouras. E são estes mapas que indicam esse padrão que tem servido de combustível para as cotações dos grãos no mercado futuro norte-americano.


Ao lado dessas preocupações com o momento atual, os traders também já se atentam aos problemas que podem ser enfrentados pelos produtores norte-americanos mais a diante, com geadas precoce em partes do Corn Belt e condições que podem ser ruins, inclusive, para a realização da colheita da soja e do milho nos Estados Unidos.


E não bastasse o calor e o tempo seco no cinturão, as previsões ainda indicam a formação de tempestades tropicais no Golfo do México que podem trazer chuvas intensas na região do Delta do Mississipi. "Boa parte desses problemas de seca no cinturão agrícola são decorrentes dessas tempestades, porque a agressividade delas mexe com todo o padrão atmosférico e impede a formação de chuvas no cinturão, concentrando-as na região do Delta", explica Matheus Pereira, também diretor da ARC Mercosul.


No entanto, a limitação do avanço dos preços da soja na Bolsa de Chicago ainda se dá pela questão da guerra comercial entre China e Estados Unidos. Na medida em que o conflito comercial entre os dois países continua, a demanda pela oleaginosa norte-americana segue represada e os estoques da commodity alcançando níveis recordes, pesando sobre as cotações.


Além do mais, a China não registra um ano normal de importações em 2019 não só por conta da guerra comercial, mas também pelos efeitos causados pela Peste Suína Africana.


As importações de soja da China em junho recuaram 11,5% em relação aos números de maio e somaram 6,51 milhões de toneladas, de acordo com números divulgados pela Administração Geral das Alfândegas nesta sexta-feira (12). O volume é menor também do que o de junho de 2018, quando os chineses importaram 8,7 milhões de toneladas.


Nos primeiros seis meses de 2019, as compras de soja da nação asiática somam 38,27 milhões de toneladas, 14,7% menos do que no mesmo intervalo de 2018.


PREÇOS NO BRASIL


Altas em Chicago, altas também no mercado brasileiro nesta sexta-feira. Embora ainda não generalizadas, as cotações da oleaginosa subiram neste final de semana entre praças de comercialização e portos do país, mas permanecem distantes dos valores almejados pelos produtores brasileiros. E assim, os negócios seguem bem pontuais e raros ainda.


Nos portos, as altas ficaram entre 0,63% e 1,26% nesta sexta, com referências de R$ 79,00 a R$ 80,50 por saca. No interior, os ganhos chegaram a bater em 2,31%.


 

Fonte: P do A.
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