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 Opinião do Procurador.
16 de Junho, 2019 - 19:28
“Não vejo parcialidade alguma; as provas passaram pelo devido processo legal”, diz procurador sobre ‘Vaza Jato’
     

 O procurador de Justiça do MP do Estado de Mato Grosso Paulo Prado, disse que não viu parcialidade na conversa entre o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Para ele, como os Tribunais superiores não reverteram a decisão de primeira instância, não há o que se questionar sobre a maneira como o processo foi conduzido.


 No último domingo (9) o site The Intercept Brasil publicou reportagens sobre diálogos vazados que seriam entre o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Os dois compartilham informações sobre o processo que culminou na condenação, entre outros, do ex-presidente Lula. Os dois dão conselhos e recomendações sobre os próximos passos do processo. Os diálogos entre moro causaram discussões entre defensores e opositores. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) classificou como “promiscuidade” a relação entre Moro e Dallagnol, reveladas pelos vazamentos. Já o procurador Paulo Prado, o diálogo não invalida as provas.

 

“Em primeiro lugar eu quero enaltecer todo o trabalho que o cidadão, ex-juiz e ministro Sérgio Moro fez em prol do povo brasileiro. Foram 142 ou mais réus condenados, e os Tribunais mantiveram. Quando você oferece uma denúncia contra alguém, esta denúncia tem produção de provas, estas provas são amplamente debatidas e questionadas, testemunhas são ouvidas, então o diálogo existente não tem o poder de condenar ninguém, a condenação de alguém passa por um amplo processo”, disse o procurador.

 

O membro do Ministério Público também não viu com estranheza a relação entre Moro e Dallagnol. Ele afirmou que é normal juízes conversarem com o MP e até mesmo com os réus.


“Um juiz conversar com o membro do Ministério Público, ou com advogados, isso acontece, ele conversa com o delegado, conversa com o réu. Agora, este mero diálogo não condena ninguém, porque existem provas. Nós não podemos agora, em razão de um ato criminoso de invasão, onde ninguém sabe se são verdadeiros ou não como estes textos estão sendo colocados, descaracterizar um trabalho que só honra a magistratura brasileira”.

 

Sobre as alegações de parcialidade por parte de Moro, em decorrência das recomendações feitas, o procurador defendeu que, novamente, as provas demonstram que não houve erro.

 

“Não vejo parcialidade alguma porque estas provas passaram pelo devido processo legal, a ampla defesa, o contraditório, e confirmadas por Tribunais Superiores. E porque confirmaram? Porque as provas são contundentes. Agora, existe bandido e não bandido, está confirmado que 142 foram condenados e R$ 1 bilhão recuperado, não foi dinheiro de faz de conta”, disse o procurador Paulo Prado. “Entre o magistrado que condenou mais de 140 pessoas, que repatriou mais de R$ 1 bilhão, e criminosos confessos serem postos em liberdade, com delação premiada, cujos Tribunais Superiores mantiveram a condenação, eu não entro nessa”, finalizou.


 

Fonte: O.D
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