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 Milho no Mercado.
11 de Junho, 2019 - 10:40
USDA aponta avanço do plantio e milho abre 3ªfeira desvalorizado em Chicago
     

 A terça-feira (11) começa com os preços internacionais do milho futuro apresentando desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 4,50 e 5,00 pontos por volta das 08h56 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,10, o setembro/19 valia US$ 4,19 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,30.


Segundo análise Tony Dreibus da Successful Farming, o milho declinou durante a noite, uma vez que o clima mais seco em grande parte do Cinturão do Milho permitirá que os produtores plantem suas plantações.


Produtores em vários estados do Meio-Oeste, que foram inundados pelas chuvas nos últimos meses, devem ser capazes de incendiar seus plantadores para acelerar a semeadura nesta semana, à medida que o tempo seco prevaleça, segundo os meteorologistas.


No fim da tarde da última segunda-feira (10) o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou que o plantio do milho alcançou 83% da área estimada, contra 67% da semana anterior. O boletim informou ainda que 46% das lavouras já emergiram, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 93%.


Confira como fechou o mercado na última segunda-feira:


Aguardando novos números do USDA, milho fecha 2ª feira com cotações misturadas em Chicago


MT registra vendas de milho "a todo vapor", com negócios para safras atual e futura


Após operar durante todo o deia no campo negativo, os preços internacionais do milho futuro encerram a segunda-feira (10) com resultados misturados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram movimentações entre 0,25 negativo, zero e 1,00 positivo. O vencimento julho/19 foi cotado à US$ 4,15, o setembro/19 valeu US$ 4,24 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,34.


Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho passaram grande parte da sessão de hoje tentando permanecer no verde, mantendo-se praticamente estável até o fim, já que alguma incerteza ainda persiste sobre o ritmo de plantio da semana passada, que o USDA irá atualizar no final da tarde em seu relatório semanal de progresso da colheita.


Os analistas esperam que o USDA mostre que 83% da safra de milho dos EUA deste ano foi plantada até 9 de junho. As estimativas variaram entre 79% e 89%. A safra deste ano também obtém sua primeira classificação de qualidade sazonal na tarde de segunda-feira, com analistas esperando que o USDA mostre 54% em condição boa a excelente.


De acordo com informações da Agência Reuters, os agricultores podem parar de tentar plantar milho agora, mesmo que o clima melhore, porque o plantio tardio pode reduzir os rendimentos. Normalmente, o plantio de milho é concluído nesta época do ano.


“Independentemente de ter mais chuva ou ficar sem chuva, não são muitos caras que vão plantar milho após o dia 10 de junho”, disse Jim Gerlach, presidente da A/C Trading em Indiana.


Mercado Interno


Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única praça que apresentou desvalorização foi Não Me Toque (1,69% e preço de R$ 30,00).


As desvalorizações apareceram em Campinas/SP (1,29% e preço de R$ 37,43), Castro/PR (1,41% e preço de R$ 35,00) e Brasília/DF (3,33% e preço de R$ 29,00).


Para a Radar Investimentos os preços no mercado físico do milho estiveram mais comportados desde o último final da semana. As preocupações com o plantio norte-americano tiveram alívio, o dólar recuou e a colheita da safrinha fica mais evidente no Paraná e no Mato Grosso.


Ainda nessa segunda-feira, o Cepea divulgou sua nota semanal apontando que, após o forte movimento de alta dos preços na segunda quinzena de maio, o enfraquecimento da demanda tem limitado as elevações neste início de junho – ou até mesmo pressionado os valores – em algumas regiões.


Segundo colaboradores do Cepea, compradores se mostram abastecidos e, por isso, postergam novos negócios, à espera da entrada efetiva do milho da segunda safra. Do lado da oferta, o avanço da colheita nas principais regiões produtoras eleva a disponibilidade interna e pressiona as cotações.


Alguns vendedores, no entanto, aguardam maior definição sobre a safra norte-americana – diante do atraso no semeio de milho nos Estados Unidos, esses vendedores mantêm a expectativa de aumento das exportações brasileiras e, consequentemente, de novas reações nos preços internos.


 

Fonte: P do A.
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