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 Milho.
28 de Maio, 2019 - 12:00
Após feriado americano, Bolsa de Chicago abre a terça-feira em alta para o milho
     

 Após ficar fechada na última segunda-feira devido ao feriado do Memorial Day nos Estados Unidos, a Bolsa de Chicago (CBOT) abre a terça-feira (28) apresentando altas para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam altas entre 7,75 e 9,50 pontos por volta das 09h17 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,13, o setembro/19 valia US$ 4,21 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,28.


Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os contratos futuros de grãos subiram acentuadamente nesta manhã, com a maioria dos mercados entrando em alta na segunda-feira à noite, quando o fim de semana do Memorial Day chegou ao fim com as chuvas se movendo em Chicago.


Em média, mais do que o dobro da chuva prevista caiu sobre a safra de milho na semana passada, de acordo com a análise geoespacial da Farm Futures, que mostrou que cada acre chegou a 2,35 polegadas de chuva.


“Mais tempestades estão a caminho na próxima semana, trazendo grandes acumulações do centro do Texas até a Pensilvânia. As previsões oficiais de 6 a 10 e 8 a 14 dias de ontem, apontavam uma precipitação acima do normal em grande parte do país e as últimas atualizações desta manhã têm uma perspectiva mais fria para as temperaturas”, comenta Knorr.


Mesmo os produtores que fazem progresso disseram que o fizeram em condições menores do que as ideais. "O milho foi forçado a entrar em poças molhadas, provavelmente com 60 a 80 por cento de rendimento", disse um produtor do centro de Minnesota lutando com 7 polegadas ou mais de chuva desde o dia 26 de abril. Apenas 18% de seus campos estavam em boas ou excelentes condições, contra os 65% ou mais vistos em bons anos.


Confira como ficou o mercado interno na última segunda-feira:


Milho: Com Bolsa de Chicago fechada, cotações brasileiras se elevam nesta segunda


Nessa segunda-feira (27) a Bolsa de Chicago (CBOT) permaneceu fechada, já que hoje é feriado nos Estados Unidos. Com o Memorial Day tomando as atenções dos americanos, foram as movimentações brasileiras que comandaram o cenário para o milho.


No mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única praça que apresentou desvalorização foi Luís Eduardo Magalhães/BA (1,75% e preço de R$ 28,00).


Já as valorizações foram percebidas em Palma Sola/SC (1,67% e preço de R$ 30,50), Assis/SP (1,72% e preço de R$ 29,50) e São Gabriel do Oeste/MS (4,00% e preço de R$ 26,00).


As indicações da bolsa brasileira também registravam valorizações, com as principais cotações marcando altas entre 1,81% e 4,73% por volta das 16h30 (horário de Brasília).


O vencimento julho/19 era cotado a R$ 36,50, o setembro/19 valia R$ 37,39 e o novembro/19 era negociado por R$ 38,55.


A XP Investimentos indicou que o mercado de grãos brasileiro abriu a semana lento e com os olhos lá fora, uma vez que em Chicago o dia é de feriado (Memorial Day), mas os próximos prometem grande volatilidade.


“O USDA divulgará amanhã (28) às 17h o novo relatório de acompanhamentos de plantio norte-americano. Os fatos envolvendo a Guerra Comercial e a Peste Suína também garantem volatilidade”, dizem os analistas.


No Brasil, que influencia são as colheitas que ganham ritmo, enquanto agentes aguardam a queda da umidade dos grãos.


Na última sexta-feira (24), o Imea apontava 1,28% colhido no Mato Grosso, avanço de 1,02% na semana e 0,99% na frente da temporada anterior (17/18). No Paraná, o Deral também aponta trabalhos adiantados, atualmente em 3,0% do total plantado para o estado.


“Nos portos nacionais, tradings trabalham para equalizar a alta volatilidade de Chicago e cambial via prêmios. Para Junho/19, a referência está em R$ 37,50/sc estável. A demanda, porém, é tímida. Os line-ups do milho indicam quantidades de 0,72 MT. Mais uma vez, chama atenção o volume de milho embarcado pela argentina desde janeiro (12,50 MT), recorde do período”, pontua a XP.


Ainda nessa segunda-feira, o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) registrou que seu indicador subiu 5,7% desde o início deste mês, passando de R$ 33,78 para a última parcial em R$ 35,71/saca. Mas ainda na primeira metade de junho, volumes maiores do milho colhido na 2º safra deve começar a chegar ao mercado, e espera-se que a oferta maior conduza as cotações para patamares menores.


 

Fonte: P do A.
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