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29 de Novembro, 2012 - 06:59
  Gabriel Novis Neves

   Economia
     

A economia e sua administração pessoal e coletiva, sempre foram um grande desafio para a humanidade.

Vivemos décadas atormentados pelo desgaste da inflação que deixava todos e particularmente os menos abastados, em situação desesperadora.

Felizmente nos últimos anos, os índices têm se mantido razoavelmente controlados, permitindo que as pessoas consigam se programar no tocante às suas previsões financeiras, por um médio e curto prazos. Afinal, somos um país jovem, que ainda não está pronto.

Entretanto, países ditos prontos, com a crise mundial, estão vivenciando momentos dramáticos na sua economia, o que até há alguns anos, era difícil de ser imaginado.

Toda essa volatilidade do sistema econômico e a insegurança por isso gerada vêm modificando as pessoas no referente aos seus gastos.

Nossos pais e avós não se permitiam viver sem uma poupança, sempre com perspectivas futuras enquanto nossos filhos de um modo geral, vivem no imediatismo da cultura do ter.

Numa observação mais acurada, identificamos quatro tipos de pessoas no nosso convívio diário, a saber:

As ricas pobres que causam um grande pesar dado a sua personalidade anal retentiva, tão bem descrita por Freud.

Fazem do acúmulo financeiro, a sua meta de vida e transformam suas existências num grande monumento a serviço do dinheiro, não conseguindo assim usufruir o que eles passaram a vida construindo.

Os pobres pobres, que como os acima mencionados, vivem na mais absoluta miséria só que por razões reais e palpáveis que os diversos sistemas econômicos mundiais não conseguem resolver.

Os ricos ricos, ínfima minoria, esses sim, conseguem montar os seus opulentos castelos não para serem invejados, mas para viverem com intensidade, tudo que o dinheiro pode trazer e que infelizmente, não é pouco em grande parte das sociedades atuais que vivem em função do ter.

Finalmente os pobres ricos, parcela enorme da população, principalmente brasileira que não vislumbrando nenhuma possibilidade de crescimento econômico, trucida seus minguados salários, sem culpa, abastecendo-se de bens e mimos que serão pagos com juros altíssimos, pela vida afora.

É um tipo de filosofia a ser considerada pelos mais pragmáticos, já que para eles, o futuro é sempre hoje.

Enfim, uma boa relação com dinheiro demanda reflexões constantes e principalmente despojamento com relação a bens materiais trazidos como falsa bagagem ao longo da existência.

Fonte: Olhar Direto

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