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26 de Novembro, 2012 - 07:59
  Wilson Carlos Fuá

   O culto ao instatâneo
     

O homem é um ser social, nasceu para viver em sociedade, sendo entre as espécies o único que detém a faculdade necessária para relacionar: a reflexão, o sentimento de amor e palavras que completam a aproximação. Nascemos na solidão e morremos na solidão, mas entre o início e o fim da nossa vida, somos beneficiados por auxílios mútuos que é o principal fator associativo e que nos leva mais facilmente ao progresso espiritual e material.

Diante da velocidade e do culto ao instantâneo, a vida passa muito rápida, todos estão impacientes e menos tolerantes: nos relacionamentos, no trabalho, no trânsito, até nos meios religiosos. A insensibilidade de entender o próximo é adiada; a compaixão deixa de ser praticada. È cada um cuidando de si próprio, tem pessoas que tem medo de ajudar em função da dependência do outro. O exercício de aproximação, insere-nos na grande escola existencial, sempre aprendendo com o próximo, fazendo o exercício da reflexão, logo descobriremos que não estamos sozinho, e ajuda ao próximo, começa dentro da própria família, auxiliando um filho ou parente que está com o coração frágil, para a partir daí, termos experiência para lidar com outros, e criar aliados para quando for nosso esse momento, ter com quem contar ou a quem recorrer.

A maior prova de amor ao próximo é ajudar antes da humilhação de recebe um pedido de uma pessoa fragilizada. Como perceber a necessidade de um amigo, de um colega. Às vezes vemos uma pessoa a nos rodear e jogando indireta, mais sem coragem de pedir uma ajuda., mas em função da velocidade da nossa defesa egoísta de fugir da aproximação das pessoas fragilizada, estamos fugindo de Deus, e nosso egoísmo interior é configurado com este pensamento: “lá vem ele de novo com os seus problemas” . Quando se faz bem ao próximo, o maior beneficiado é o próprio benfeitor, são energias infinitas do bem que acumulamos para subir na elevação espiritual, e as essas ações retornam na forma de magia de viver feliz. Logo ao fazer uma caridade imediatamente passamos sentir a leveza da alma.

Quantas pessoas que vivem ao nosso lado, simplesmente não sabem pedir ajuda em função da sua fragilidade ou de sua simplicidade. Às vezes não só necessitados de ajuda material, às vezes elas estão sofrendo a dor da solidão, que muita vezes dói mais que a própria fome, e não percebemos que muitas pessoas estão necessitando apenas de uma palavra amiga, apenas isso, essa pessoa esta sofrendo da tristeza da alma, e esta desistindo da vida, esta acometida da doença do século: depressão.

E a maioria dessa pessoa tem o coração tão frágil e tem fome de afeto. E ao nosso lado sempre tem uma ou mais pessoas assim, às vezes uma pequena palavra dará luz e vida para essa pessoa infinitamente só. Aqueles que negam uma ajuda em forma de palavras, tem instalada a miséria da indiferença na própria alma. Uma pessoa solitária e deprimida vive no limite entre a vida e a morte, é como se fosse uma bomba programada para explodir a qualquer momento.

A todo instante dá para perceber que vivemos em uma sociedade cruel e marcada pela violência da indiferença, que agride os mais fracos e que termina sendo o produto responsável por muitos outros crimes. No dia que a sociedade deixar de olhar as desigualdades e acolher sofredores que tem a tristeza na alma, retirar essa cegueira da paisagem dos hipócritas, e com certeza haverá uma grande esperança para os necessitados.

Fonte: O Documento

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