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5 de Novembro, 2012 - 08:26
  ALFREDO DA MOTA MENEZES

   Sonhando
     

Baixada Cuiabana ou Vale do Rio Cuiabá precisa buscar alternativas novas de empregos

Baixada Cuiabana ou Vale do Rio Cuiabá precisa buscar alternativas novas de empregos. A base da economia local, tomando Cuiabá e V. Grande como exemplos, está na prestação de serviços. O salário perde para lugares que tem indústrias. E, além disso, cidades como Sinop e Rondonópolis estão puxando parte dessa prestação de serviços para elas.

A produção no campo nesta região é antiga e negligenciável. Quase não se planta nada e o gado é criado ainda de forma extensiva. A indústria está indo para o interior porque está perto da produção do campo.

Aqui nunca vai chegar a isso se não se tiver alternativas para atraí-las. E, para complicar, as ferrovias vão puxar o desenvolvimento econômico para o sul e o norte do estado, não para esta região.

Com prefeitos novos em todos os municípios desta região, será que não daria para se unir esforço e tentar buscar alternativa de emprego e renda para o futuro? Não custa nada sonhar.

Será que não daria para os municípios, em conjunto, estudar uma maneira de melhorar a produção regional? Será que não daria para se definir onde se pode plantar nesta região? É uma área cortada por rios, perto do Pantanal e deve-se ter extremo cuidado.

Mas, outra vez, não daria para juntar todos os órgãos, pessoas e interesses numa roda de negociação para definir, com critérios técnicos corretos, onde se pudesse plantar nesta área? Mato Grosso do Sul fez isso.

Depois de muito debate se definiu onde se podia plantar, principalmente no entorno do Pantanal. Por que não se pode copiar esse modelo? Por que não buscar o que ali se fez?

Digamos que, no final dessas sonhadas reuniões, se definisse que somente 40% desta região se pode ter produção no campo. Com essa possibilidade, continuo sonhando acordado, depois de estudos para a adubagem correta, não se poderia plantar milho? Se puder, seria útil ao gado confinado e também à produção de carne suína e de aves para industrialização.

Se pudesse plantar algodão, não daria para ajudar a atrair fábricas de tecidos para este entorno? Se houvesse uma decisão dessas, produtores rurais que não querem comprar mais terras na região amazônica pelos problemas que enfrentam, poderiam olhar para esta região.

E só comprariam terras naqueles lugares definidos, os tais 40%, por decisão conjunta. Quem sabe, se o sonho permite, se poderia até conseguir uma linha de crédito para ajudar numa empreitada dessas?

Por que os prefeitos da região, sem alarde e sem pressão, não se unem para analisar se um caso desses tem possibilidade ou não? Se for viável seria a redenção desta parte do estado. Se não for se teria um estudo que mostraria que essa alternativa é impossível. Qual o problema em pelo menos tentar?

Alfredo da Mota Menezes é professor universitário e articulista político.

Fonte: Midia News

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