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23 de Agosto, 2011 - 22:48
  Mario Eugenio Saturno

   Carros, dinheiro e felicidade
     

Mario Eugenio Saturno

É sabedoria popular que quanto mais luxuoso se possui um carro, melhor se sente.

Isso não deixa de ter alguma verdade, porém não é o que descobriram os pesquisadores da Universidade de Michigan. Quando se presta atenção no carro, dirigir um luxuoso certamente é melhor que um econômico, mas no cotidiano de nossas vidas, a mente está repleta de pensamentos e o carro faz pouca diferença.

O estudo explorou a dificuldade dos consumidores em aprender com as próprias

experiências de consumo. Estudantes da universidade foram inquiridos sobre quão intensamente sentiriam emoções positivas e negativas dirigindo carros econômicos e luxuosos. Obviamente, quanto mais luxuoso o carro apresentado, mais se acreditava que teriam melhores emoções.

Então, os cientistas entrevistaram outras pessoas. Da mesma forma que os estudantes,estes também julgaram melhor quanto mais luxuoso for o carro. Finalmente, outros participantes, motoristas de todo tipo de carro, foram entrevistados sobre a última vez que usaram o carro por pelo menos vinte minutos. Somente no final da entrevista foram perguntados que carros possuíam.

A conclusão? Não houve diferença na satisfação, tanto o motorista do carro econômico quanto o do luxuoso apresentaram o mesmo resultado. A diferença somente existe quando se enfoca no carro, assim o consumidor compra algo mais caro por algo que ele imagina ser melhor, mas para o seu cotidiano, um carro econômico talvez seja mais adequado ao seu orçamento e ao meio-ambiente.

Já outra pesquisa, na mesma linha de pensamento, conduzida pela Universidade de Michigan e pela Universidade de Princeton, procurou relacionar dinheiro e

felicidade. É comum pensar que o dinheiro traz sim a felicidade, isso porque quando as pessoas consideram o impacto de um único fator isoladamente no seu próprio bem-estar tende-se a superestimá-lo.

Para provar esse poder de ilusão, os pesquisadores entrevistaram trabalhadoras sobre o quanto tempo estiveram com mau-humor no dia anterior e quais foram as circunstâncias. Depois, foram solicitadas a estimar o quanto outras pessoas tiveram de mau-humor sob cada problemas da vida, como seguro-saúde, chefia, altos e baixos salários, etc. As previsões foram comparadas com a realidade. Por exemplo, foi estimado para quem tem baixa renda, 58% do tempo com mau-humor, só que a realidade mostrou 32%. Já para os que têm renda alta, a previsão foi de 26% mas a realidade foi 20%, muito próximo da realidade.

Mas, afinal, por que o dinheiro não traz felicidade? Outras pesquisas observaram que quando se conquista maior renda, as referências de consumo mudam, adaptam-se, ou  seja, sempre se vai querer mais, a insatisfação continua. Nesta pesquisa,

observou-se que quanto mais se ganha mais se gasta o tempo com o trabalho, compras e academias e menos com leitura, TV e outras atividades relaxantes.

Mario Eugenio Saturno é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas

Espaciais (INPE), professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva e congregado mariano. (mariosaturno@uol.com.br)


 

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