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7 de Junho, 2011 - 14:16
  Licio Antonio Malheiros

   Copa do Mundo de 2014, com sustentabilidade
     

Os holofotes hoje estão voltados para a Copa do Mundo de 2014, este fato é inconteste. Cada uma das cidades-sedes deverá apresentar propostas exeqüíveis e, que efetivamente possam trazer algum tipo de mudança, principalmente com relação às questões ambientais. Neste quesito, a Agência de Execução dos Projetos da Copa (Agecopa), na figura do Presidente Eder Moraes, saiu à frente das demais, ao implementar, a neutralização de todo carbono emitido na construção do novo estádio, Arena Pantanal.

Todo processo de mudança, passa necessariamente pela vontade de realizar ações que efetivamente possam minimizar e equacionar os problemas, advindos das mesmas, como no caso da construção do novo estádio. Esta obra será responsável pela liberação de 711 mil toneladas de carbono equivalente à atmosfera, este gás poluente auxilia na propagação do chamado efeito estufa.

O Presidente Eder Moraes, juntamente com sua equipe de trabalho em uma ação vanguardista, e mais do que isso, preocupado com as questões ambientais, lança mãos das certificações ecológicas com reconhecimento internacional, criando desta forma uma agenda de sustentabilidade ambiental aliada à inclusão social.

Esta sustentabilidade, passa necessariamente pelo chamado crédito de carbono, criado em 1997, quando se aprovou o texto final do Protocolo de Quioto, estabelecendo metas para os países desenvolvidos, metas de redução das emissões de gases do chamado efeito estufa.

Tanto se fala em créditos de carbono, a quantidade é feita com base em cálculos, os quais demonstram a quantidade de dióxido de carbono a ser removida ou a quantidade de gases do efeito estufa que deixará de ser lançada na atmosfera com a efetivação de um projeto exeqüível.

A valoração dos créditos acontece da seguinte forma: cada crédito de carbono equivale a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente, esta medida internacional, foi criada com o objetivo de medir o potencial do aquecimento global (GWP), de cada um dos seis gases causadores do efeito estufa.

O mercado de carbono funciona sob as regras do Protocolo de Quioto, onde existem mecanismos de flexibilização para auxiliar na redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.

No caso da Agecopa, o modelo de pagamento por serviços Ecossistêmicos, estará levando quase três mil famílias ribeirinhas à oportunidade de se adequar às leis de proteção do meio ambiente, através do replantio da mata ciliar ou mata de galeria, desta forma obtendo uma nova fonte de renda.

Esta ação contemplará as comunidades de nove municípios, que plantarão 1,4 milhão de árvores em pontos onde há degradação ambiental, contemplando as margens dos rios Cuiabá, Paraguai e São Lourenço, formadores do pantanal. Estes créditos de carbono gerado pelo plantio de novas árvores serão vendidos pelos moradores e, comprado pela Agecopa.

Como se trata de um projeto de longa duração, nos próximos três anos serão destinados R$ 3,5 milhões para execução do mesmo, dos quais R$ 710 mil serão pagos, aos moradores das localidades pela venda dos créditos de carbono, a proporção será a seguinte, para cada tonelada de carbono emitido, serão necessárias sete novas árvores para a compensação.

O lançamento desse projeto alvissareiro, além de vir de encontro aos anseios e necessidades da sociedade como um todo, foi oportuno, por ter sido apresentado no dia seguinte, à data em que se comemora o dia mundial do meio ambiente, 5 de junho.

Esperamos veementemente, que tais ações sejam efetivamente implementadas e postas em prática, uma vez que, irá ganhar o meio ambiente assim como, toda população ribeirinha, que além de proteger o mesmo, terão uma nova fonte de renda, e por conseqüência acabará tirando de circulação alguns degradadores ambientais, que se sentirão atraídos pela possibilidade de uma nova fonte de renda.

Professor Licio Antonio Malheiros, Geógrafo e Pós-Graduado em Didática do Ensino Superior (liciomalheiros@yahoo.com.br)

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